João Emanuel vai renunciar à Presidência em troca de não ser cassado

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Segunda, 02 Dezembro 2013 | HIPER NOTÍCIAS
Vereador pede desculpas por conteúdo vazado em vídeo. Ele concede coletiva nessa 3ª feira Vereador pede desculpas por conteúdo vazado em vídeo. Ele concede coletiva nessa 3ª feira O presidente afastado da Câmara de Cuiabá, vereador João Emanuel (PSD), anuncia às 10h dessa terça-feira (3) a renúncia da presidência do Legislativo Municipal. O presidente em exercício, Onofre Júnor (PSB) também participará da coletiva.

Após ser afastado do principal cargo da Mesa Diretora por determinação de duas decisões – cível e criminal – o social-democrata comunicou a decisão aos vereadores por Cuiabá em reunião às portas fechadas na manhã de hoje (2).

Na ocasião, ficou negociado que João Emanuel renunciaria a condição de presidente para não ser acionado pela Comissão de Ética da Câmara Municipal em processo disciplinar, que poderia resultar na cassação do mandato de vereador.
Participaram da reunião 18 dos 25 vereadores. Ainda no encontro, o vereador pediu desculpas aos colegas por conteúdo do vídeo onde fala que na Casa de Leis só existem "artistas". As imagens mostram ele negociando venda de terreno com documentos falsos.

Segundo informações de fontes ligadas a João Emanuel, ele ainda teria enviado uma carta à Comissão de Ética é composta pelos vereadores Toninho de Souza (PSD), Ricardo Saad (PSDB) e Ricardo Saad (PSDB), pedindo que fossem analisadas todas as denúncias que pesassem contra ele.

NOVA ELEIÇÃO

De todo modo, a tendência é que na sessão deliberativa da próxima quinta (5) já seja escolhido o novo presidente. Conforme o Regimento Interno da Casa de Leis, fica estabelecido a necessidade de uma nova eleição para eleger o sucessor de João Emanuel no cargo. 

Quem estava respondendo interinamente pela Casa de Leis era o vice-presidente Onofre Júnior (PSB). 

JOÃO EMANUEL

Em nota nessa segunda-feira, a assessoria da Câmara de Cuiabá afirma que na entrevista coletiva que vai conceder, João Emanuel vai falar "sobre as acusações nas quais foi envolvido e sobre o seu futuro como parlamentar da Casa de Leis da Capital".

Segue a nota: "Os vereadores apoiam integralmente as investigações decorrentes da referida Operação Aprendiz, uma vez que a Constituição Federal prevê que ‘a administração pública será baseada na legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência".

Ainda de acordo com a nota, "todos (os vereadores) se colocaram à disposição da sociedade, Justiça e Ministério Público Estadual para quaisquer esclarecimentos".

 

 
 
 
 
 
 
 
 
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