Eleito senador, Wellington diz que irá trabalhar ao lado de Taques

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Domingo, 05 Outubro 2014 | MIDIA NEWS

O senador eleito Wellington Fagundes, durante coletiva no Centro de Eventos do PantanalO senador eleito Wellington Fagundes, durante coletiva no Centro de Eventos do Pantanal

Aos 57 anos, Wellington Fagundes (PR) foi eleito senador da República por Mato Grosso. Natural de Rondonópolis, atualmente ele cumpre seu sexto mandato como deputado federal. 

Eleito com mais de 646 mil votos, ele afirmou que irá se unir ao novo governador, Pedro Taques (PDT), para trabalhar pelo Estado.

“Mato Grosso é um Estado grande e temos muitos desafios a serem enfrentados. Então, aqui não tem espaço para preguiça e nem para picuinha partidária, vamos nos unir, trabalhar. E acredito que o Pedro Taques também quer isso e todos nós queremos”, disse, na noite deste domingo, no Centro de Eventos do Pantanal.

Primeiro a ser eleito senador sem ser com o voto cassado com o governador eleito, Fagundes acredita que pela baixa representatividade do Estado em Brasília, não pode haver rachas entre os parlamentares.

“Sempre disse que não sou um político de oposição, sou político de construção. Mato Grosso é muito forte, e nós temos uma representação política muito pequena. Então, temos que nos unir para buscar realizar as transformações”, disse.

O novo senador pelo PR disse que irá, agora, preparar uma reunião com os novos parlamentares para traçar uma estratégia para os próximos anos.

Eu sou coordenador da bancada do Centro-Oeste, Então, já vamos discutir o orçamento do ano que vem, mas além dos orçamentos, um dos grandes desafios é a reforma. E reforma não se faz no segundo ou terceiro ano de mandato, tem que ser no começo”, afirmou.

Silval

Fagundes ainda saiu em defesa da gestão do governador Silval Barbosa (PMDB).

Para ele, o peemedebista fez um Governo competente, principalmente com relação as mais de 50 obras visando a Copa do Mundo em Cuiabá e Várzea Grande.

“Silval enfrentou muitos desafios e mostrou uma grande competência. Mato Grosso foi o maior exemplo na questão da Copa. As criticas fazem parte e eu quero somar com o atual governo e com o próximo. Vamos concluir esse trabalho para começar a somar com o próximo”, disse.

“Sei que o Pedro Taques mostrou uma oposição forte dentro da sua campanha política. Mas, agora, ele vai enfrentar o Governo e eu quero fazer com que possamos trabalhar juntos. Então, não tem essa questão de oposição”, disse.

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
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